Escrevi esse poema para trabalhar com meus alunos do Centro Social Carisma, pois estamos trabalhando o projeto cultura de paz. 

No primeiro dia de aula, levei uma caixa de presente em forma de coração e também um cesto de lixo. Imprimi as palavras abaixo e distribui para o grupo. É claro, coloquei em tamanho 48 - cabe umas 4 em cada sulfite - recorte em forma de plaquinhas

Perdão
Rancor
Preservar
Destruir
Amor
Ódio
Perseverar
Desistir
Cooperação
Egoísmo
Paz
guerra

Uma vez que foram distribuídas as 12 plaquinhas, fiz uma dinâmica o que devemos guardar no coração e o que devemos jogar no lixo. O grupo deveria orientar onde ele deveria colocar a palavra e porquê.

Com base nessa dinâmica, escrevi esse poema:




Escolhas

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o
caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; Mateus 7:13



Posso ficar com raiva de alguém, me descabelar...

Ou posso contar até mil e perdoar



Posso destruir tudo com minha revolta - vandalizar

Ou posso refletir e decidir preservar



Posso enganar a tudo e a todos com uma falsa verdade

Ou posso tirar a máscara e usar sinceridade



Posso desistir dos sonhos e perder-se a esperança

Ou posso levantar dos tombos, erguer na fé  e resgatar a perseverança



Posso me fechar pra vida e viver no meu egoísmo, matar o meu dom.

Ou posso mudar o destino e compartilhar o que tenho de bom.



Posso brigar, xingar, chutar, machucar, revidar.  Guerras são fáceis
de fazer. O difícil mesmo é a paz promover.

Paz... Quem é capaz?

Quem é que trás?



Sou eu quem faz, é só querer...  a PAZ!




 

autora: Aurelina Silveira Ramos - Lina Linólica

e-mail - linolica@yahoo.com.br

 

É muito triste ver um artigo escrito pela gente em outra site, como autor desconhecido... por favor, mantenha os créditos!

 



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